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Exibir Perfil :: Dianna R. Constantine

Tudo sobre Dianna R. Constantine

Mensagens :
1
 
Família :
Cons.
 
Dinheiro :
16
 
Idade :
72
 
Localização :
São Petersburgo / Manhattan
 
História :
Velha aposentada e demoniaca; Mãe do Adolf, Benjamin e Christopher; Avó da Juliet,
Kamille, Madeleine, Katrina, Melissa, Jennifer e Maximus; Megera mesmo, mas megera com estilo.

DIANNA MORGAN ROBERTS CONSTANTINE, nascida margareth thompson

O ano era 1941, e o lugar era a Londres devastada pela guerra e ameaças constantes de bombardeios. Era comum jovens sairem de casa e deixarem suas noivas abandonadas, assim como homens casados, e pais de família. Foi o que aconteceu com o Sr. Thompson, que deixou sua mulher e seus quatro filhos para atuar em campos de batalhas, longe demais para poder ajudar. Como proteção, as três crianças mais velhas foram tiradas da mãe e enviadas em trens para áreas seguras, enquanto apenas Margareth (Maggie) permaneceu com a Sra. Thompson, por ser pequena demais - Apenas um ano de idade. A vida seguiu difícil para mãe e filha, onde a mulher trabalhava fora em casas ricas lavando roupas para sustentar as duas. Em dado momento, sua rua sofreu um bombardeio e a humilde casa em que moravam foi destruida enquanto estavam em porões dos vizinhos. Por um ano, vagaram de casa em casa de conhecidos, pagando sua estadia com favores, até a Sra. Thompson receber a proposta de trabalhar como governanta em uma mansão na parte rica da cidade para um senhor já com seus cinquenta anos de idade. Óbviamente, no começo a jovem mãe hesitou, desconfiando das intenções do velhote, mas se viu sem opções quando recebeu a notícia de que seu marido havia morrido no meio da batalha, acertado por uma bomba. Logo passou a morar junto da filha na mansão do velho, e apesar de tratá-la bem, suas más intenções não demoraram a aparecer, e a mulher teve que sofrer calada enquanto era violentada sexualmente quase todos os dias pelo velho. Apesar disso ela se fazia forte, tanto por ela quanto por sua filha, mas em dado momento a sua vontade de viver já havia desaparecido.

Com isso, a menina Maggie ia crescendo. Completados seus cinco anos e meio, a guerra chegou ao fim, e com ela uma ponta de esperança cresceu no coração da Sra. Thompson de que seus outros filhos voltassem pra casa e ela reconstruisse sua vida. Os olhos de cobiça do velho já brilhavam para o lado de sua filha, e com isso ela viu sua grande chance de liberdade. Não hesitou em nenhum momento em chegar até o Sr. Turner e propor ser liberta em troca da escravidão da criança - em todos os sentidos que ele quisesse. A vida da pequena nunca havia sido fácil, e só havia piorado com o abandono da mãe. Ela não entendia o que havia acontecido para ser trocada assim, e entendia menos ainda o por que do Sr. Turner levá-la para seu quarto todas as noites. Sua inocência era tanta, que não entendia o por quê de acordar todas as manhãs com o velhote despido ao seu lado, e os olhares que ele lhe lançava. Em mais um desses dias, a pequena acordou no porão da grande casa, novamente com o velho sem roupas ao seu lado, mas desta vez ela também estava no mesmo estado. Tentou fugir, resistir aquilo, mas não pode fazer nada enquanto o velhote a amordaçava e tirava sua inocência - algo que ela ainda trás na memória até os dias atuais. O tempo foi passando, e aquela cena foi se tornando cada vez mais comum na vidade Maggie. Seu quarto foi mudado para o porão, onde era seu refúgio e ao mesmo tempo seu local de pesadelos. Aos seus onze anos porém, um evento trágico fez com que o velhote perdesse grande parte de sua fortuna, e abrisse sua própria casa para servir de bordel. Vários homens da alta sociedade inglesa visitavam o local, procurando por noitadas de diversão e sexo descompromissado. No meio de tantas prostitutas, Meggie era a "cereja do bolo", por assim dizer, com mudanças ocorrendo por seu corpo devido a idade da pré-adolescencia e a tornando cada vez mais bela apesar dos sofrimentos.

Sempre que estava sozinha em seu porão, sonhava com o dia em que sairia daquele lugar, seus planos de fuga frustrados dando certo de alguma forma. Mas a esperança só criou mesmo raízes quando um jovem rapaz passou a frequentar o local na companhia de seu patrão. Ele era apenas um "serviçal" de um dos velhos, por assim dizer, vivia em regime de quase escrevidão, mas seus olhos não desgrudavam da jovem menina. Mesmo sem nunca se falarem, ela sabia que o menino passava pelos mesmos problemas de falta de liberdade que ela, era possível chegar a isso apenas analisando seu olhar vazio e tipo físico magro, porém forte. Aos poucos eles se aproximaram mesmo que escondido, quando o patrão do rapaz ia para um dos quartos e Maggie se escondia de seus clientes. Não foram necessárias muitas conversas para chegarem ao sonho de fugirem, e o que era apenas um plano acabou dando certo após uma festa de fim de ano excepcionalmente grandiosa. Todos estavam embriagados, inclusive o Sr. Turner e o patrão do garoto, a distração perfeita para sairem as pressas da mansão e pegarem logo o carro do homem embriagado para viverem uma vida que achavam ser melhor, sem dores... Era o que planejavam.

Gaspard era o nome dele, com apenas desesseis anos na época - agora, apenas dois anos a mais que Maggie. Seu maior maior sonho era voltar para a França, local de onde se perdera com apenas cinco anos de idade, e acabou caindo na lábia de criminosos que o venderam por mixaria a uma família rica como escravo. Frequentemente falava para a garota as maravilhas das terras francesas que se lembrava: morava em uma zona simples rural com a família, onde ainda não havia ameaça iminente de guerra, e tudo era a paz. Óbviamente, Margareth não deixaria de se animar com aquilo, e passou a seguir o jovem para todo lugar com mais um sonho na bagagem. Mas como nada era fácil naquele tempo, mais de uma vez os dois passaram fome nas ruas inglesas, dormiram embaixo de pontes e pediram dinheiro no meio da rua, mas sempre juntos. Não demorou para que os sentimentos viessem a flor da pele, e a garota os deixou emergir. Ela o via como seu príncipe salvador que a libertou da escuridão, e com toda essa fé cega que tinha nele, se iludia com um futuro próspero ao seu lado. Se iludia ainda mais ao fingir não ver que aos poucos o rapaz ficava cada vez mais agressivo, chegando ao ponto de gritar e bater forte em seu rosto. Mas após os tapas sempre vinham os pedidos de desculpas, e Margareth não resistia aos encantos do francês.

Conforme o tempo foi passando as coisas pioraram, e passaram a viver na criminalidade para se sustentarem: Nas feiras livres roubavam comida























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Feminino
 
Estado Civil :
Solteiro
 
Data de inscrição :
30/06/2016
 
Data de nascimento :
31/10/1945
 
Humor :
haha
 
Dianna R. Constantine
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