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Torre Eiffel

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Torre Eiffel

Mensagem por Zoé em Qui Nov 05, 2015 2:36 pm

Torre Eiffel
Paris
Possivelmente o ícone turístico mais reconhecível do mundo, a Torre Eiffel, de 324 metros de altura (contando sua antena de TV) chegou a ser demonizada à época de sua construção, para a Exposição Universal de 1889. A torre possui duas plataformas de observação, uma no segundo andar (115 metros de altura) e outra no topo (324 metros). Para chegar à plataforma superior paga-se um valor adicional, mas de lá é possível ter uma vista de 360 graus da capital parisiense e de seus arredores. Nos dias de céu limpo, o panorama pode chegar a mais de 60 quilômetros de distância. Para se chegar aos dois primeiros andares (o primeiro está a 57 metros do solo), é possível subir as escadas, totalizando 704 degraus. No topo da Torre Eiffel há um bar que serve champanhe, enquanto que no segundo andar fica o estrelado (e caríssimo) restaurante Jules Verne. No primeiro andar, além do restaurante 58 Tour Eiffel, está uma pequena exposição sobre a história de Gustava Eiffel e da própria torre.

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Re: Torre Eiffel

Mensagem por Edward T. Winterhill em Ter Fev 06, 2018 5:09 pm




Marry me, Juliet?




But baby, you are the only exception
- July, relaxa,
eu juro que tô bem, é impressão sua. -
Era uma grande mentira que eu contava para minha futura noiva.
Sim, é isso mesmo que você leu: Futura noiva. Nosso namoro já estava bem engatado, e eu já não via a hora de poder chamar Juliet Constantine de minha mulher. Mas é claro que antes de isso acontecer, era necessário ela aceitar isso e querer tanto e quanto eu a nossa união para sempre, e nada melhor do que fazer isso em um piquenique romântico em frente a torre Eiffel durante o por do sol. Era nosso último dia na capital francesa, e eu queria garantir que encerraríamos tudo com chave de ouro - Não acha que já tirou fotos minhas demais, mocinha? - Falo em tom de brincadeira quando ela pega novamente sua mais nova câmera fotográfica, mas já tinha me habituado com tantos cliques - Da próxima eu faço minha make antes. -.

O dia estava extremamente agradável, uma brisa fresca passava por nós, mas nada que atrapalhasse o momento.
A luz alaranjada do pôr do sol começa a surgir no horizonte, e assim começo a me planejar para o que viria a seguir. Em meu bolso estava a pequena caixa vermelha a qual mantinha seguro o anel de noivado que um dia pertenceu a minha avó - que não teve filhas e se recusou a dá-lo para as noras, mas afeiçoou-se tanto com July que me entregou o objeto ainda no leito de morte. Mesmo ainda sem entregá-lo, sabia que minha namorada iria amar a recordação por ser algo bem tradicional, assim como amaria saber que ontem enquanto a mesma se preparava para dormir, pedi sua mão ao Sr. Constantine junto com um pedido de segredo (e é claro que tal pedido não me foi negado) - Ah, desculpa... Muitos pensamentos na cabeça. - Olho fixamente para ela, só então prestando atenção no que era dito, algo sobre querer voltar logo pra casa - Bem, pra ser sincero eu poderia ficar a vida toda aqui... Até que me habituei bem, não acha? Até aprendi a pedir pão na padaria sozinho! - Acabo rindo, chegando mais perto dela e a puxando para perto de mim enquanto sorria - E aprendi outras palavras também, claro... Tenho uma ótima professora. - Nossos olhares se encontram, e novamente sinto como se nada no mundo fizesse sentido sem aquela mulher ao meu lado - Je t'aime, Juliet. - E novamente eu a beijo, demorando mais que alguns segundos desta vez.

As luzes da cidade próxima ainda não estavam acesas, mas logo minha futura mulher me chama para ir embora, e sinto que era chegado o momento. Juliet se levanta após eu ajudá-la a guardar os alimentos de volta na cesta, lanço um sorriso tranquilo para ela, o coração disparado dentro do peito enquanto também fico de pé a sua frente - Espera... Tenho uma coisa pra te falar. - Respiro fundo, e obrigo minhas mãos pararem de tremer quando seguro as suas. Baixo meus olhos até encontrar os dela, e esqueço todo meu discurso, embora as palavras apenas surjam na minha boca - July... Você é a melhor coisa que me aconteceu nos últimos dois anos, sabia? - Meu sorriso aumenta em minha face, e levo uma das mãos até seu rosto, acariciando lentamente sua bochecha, sentindo sua pele macia e contornando seus traços delicados - As vezes até penso se eu mereço você, sabe?
E tenho certeza que não. Mas você me faz ser o homem mais feliz do mundo inteiro, faz com que eu me sinta vivo... Eu não seria o mesmo sem você do meu lado. -
Meu sorriso bobo continua tomando conta, e naquele instante eu soube: Nada no mundo poderia estragar aquele momento.

Eu podia quase ver os pontos de interrogação saindo da cabeça da jovem, provavelmente confusa por eu estar falando tudo aquilo do nada, mas se tudo desse certo logo ela compartilharia da mesma felicidade que eu estava sentindo. Livrando-me de todos os meus medos, respiro fundo mais uma vez e acalmo meu coração, que facilmente poderia ser sentido caso colocassem a mão por cima de meu peito - Esses últimos dias foram os melhores da minha vida... Não só pela viagem, mas por passar ela toda do seu lado. - Junto nossas mãos novamente, e como se uma brincadeira do destino, cantores de rua com violinos começam a se apresentar um pouco distante de nós, mas sua música romântica e suave ecoa até nós, num tom baixo como música de fundo - Mas dias já não são suficientes... Muito menos só horas. - Discretamente, uma das minhas mãos solta da sua e desce até o bolso da calça, ficando por cima da caixinha vermelha - Eu quero todos os dias, todas as horas e minutos de você. Eu estou disposto a fazer tudo pra ter você só pra mim. Pra sempre. Eu quero viver minha vida toda ao seu lado, até que a morte nos separe. - E assim, ajoelho-me na sua frente sem perder contato visual, abrindo a pequena caixinha vermelha que fica estendida a sua frente, a proposta agora sendo bem clara - Juliet Lassiter Constantine... Casa comigo? -

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Re: Torre Eiffel

Mensagem por Juliet L. Constantine em Dom Mar 18, 2018 9:18 pm

Just say "yes"
- Edward, está tudo bem mesmo? - Digo, lançando um olhar de desconfiança em sua direção. Edward estava agindo estranho o dia todo, e nas ultimas duas horas parecia que iria ter um ataque de pânico a qualquer momento, mas preferi acreditar em sua resposta, afinal eu o conheço, e se havia algo acontecendo ele não tardaria em dizer. O encaro por alguns minutos e pego a câmera nova - que compramos poucos dias depois de desembarcarmos em Paris, após eu magicamente derrubar a minha antiga da escada de casa - disparando alguns cliques em sequência. Uma das minhas atividades favoritas é tirar fotos de Edward, gosto de poder eternizar todos os momentos que passo ao seu lado, e é o que tenho feito nos últimos dois anos. Seu comentário sobre minha pequena seção de fotos faz com que eu deixe a câmera de lado novamente para depositar um rápido beijo em sua bochecha. - Pode deixar, querida. - falo entre risos.

Nossa tarde estava sendo maravilhosa, curtindo a presença um do outro em frente a um dos monumentos mais belos do mundo, enquanto o alaranjado do por do sol dava um novo tom á cidade. Porém, era nosso último dia em Paris, e ainda tínhamos que comparecer ao jantar de despedida solicitado por meu pai. - Querido, sabe que estou adorando tudo, mas deveríamos voltar. Está ficando tarde, vamos nos atrasar para o jantar e eu ainda tenho que arrumar algumas coisas na mala. - Não ouço resposta alguma, então me viro para ele, percebendo sua expressão distante. - Edward? - Chamo e dessa vez sou respondida. - Tudo bem, amor. Enfim, não quer voltar para casa? - Edward comenta sobre estar gostando da cidade e se habituando a minha língua nativa enquanto me puxa para mais perto de si. Confesso que seu sotaque Inglês marcante e seus vários biquinhos exagerados na tentativa de falar francês são as coisas mais fofas do mundo e é inevitável não babar um pouco. Sinto meu rosto esquentar e sei que devo estar mais vermelha que um pimentão ao ouvir seu elogio sobre meus dotes como professora. Encaro aquele par de olhos verdes por alguns segundos até ele dizer aquelas palavras que sempre me fazem derreter por dentro, e então nos aproximamos o suficiente para um beijo.

Ficamos apreciando a vista por mais algum tempo antes de eu finalmente decidir levantar e começar a recolher as coisas com a ajuda de meu namorado. quando estava tudo pronto para podermos sair, Edward me pede para esperar e diz que tem algo para falar. Ele segura minhas mãos e o encaro curiosa, esperando que  diga alguma coisa. Então, com uma expressão meio receosa as palavras começam a sair.

Não consigo conter o enorme sorriso que apareceu em meu rosto ao ouvir as doces palavras de Edward. Eu apenas continuei a ouvir, cada palavra direcionada a mim, fazendo meu coração aquecer com tal gesto, mas eu ainda não havia entendido o real motivo de sua declaração. O nervosismo já não era tão aparente, mas ainda se fazia presente, mesmo que pouco, e eu sabia que tinha algo mais. Então uma de suas mãos solta da minha, mas não consigo desviar o olhar do seu para acompanhar. De repente quem estava começando a ficar nervosa era eu. Edward se ajoelha e estende uma caixinha vermelha em minha direção. Nesse momento meu coração começou a acelerar e finalmente pude entender o que estava acontecendo.

As lagrimas começaram a rolar desesperadamente ao ouvir seu pedido, o sorriso que já estava em meu rosto apenas aumentou, mesmo sem eu saber se era possível. Tudo começou a ficar em câmera lenta. Flashes dos últimos dois anos começaram a passar pela minha mente. Desde o nosso primeiro encontro, na casa do tio Chris, encontros casuais na cafeteria, passeios no Central Park, o dia em que ele me pediu em namoro, nossos bons momentos desde então, até nossos dias em Paris, que foram os melhores da minha vida, isso em questão de segundos. Eu sabia que nunca havia sido tão feliz como nos últimos dois anos, e que tudo isso era por causa da pessoa que está ajoelhada em minha frente pedindo para passar o resto de seus dias ao meu lado, e ao olhar o par de olhos verdes brilhando em expectativa esperando uma resposta, eu soube que não conseguiria cogitar um futuro que não fosse ao lado desse homem. Eu o amo, mais do que eu pensei ser possível amar alguém.

Tomando todo o ar que meus pulmões conseguem, finalmente consigo dizer algo. - Sim. - Digo o puxando para um abraço, seguido de vários beijos. Nada e nem ninguém poderia descrever ou comparar o que estou sentindo agora. Um misto de extrema felicidade, ansiedade e tudo de bom ao mesmo tempo explodindo em meu peito. "Deus, como eu amo esse homem", pensei. Assim que nos afastamos, Edward gentilmente segura minha mão esquerda desliza o lindo anel pelo meu dedo anelar, depositando um breve beijo sobre o mesmo. - Je t'aime, Edward, tu n'as aucune idée de combien tu me rends heureux, mon amour. - Vendo a confusão em seus olhos por causa de minhas palavras, apenas o puxo para outro abraço, dessa vez sem me preocupar com o tempo que demoraria, pois desejava que esse momento durasse para sempre.
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Re: Torre Eiffel

Mensagem por Edward T. Winterhill em Ter Mar 27, 2018 6:36 pm




Marry me, Juliet?




But baby, you are the only exception
Aqueles poucos segundos entre meu pedido e a sua respostas pareciam ser os mais longos da minha vida, e meu lado pessimista só piorava meu nervosismo a começar a imaginar um delicado "não" vindo de seus lábios. Para meu alívio a resposta é completamente diferente, e o maior dos sorrisos aparece em meu rosto enquanto me levanto e tomo nos braços aquela que em pouco tempo subiria comigo ao altar, enchendo-a de beijos enquanto me controlava para não chorar - tenho que tentar ser másculo uma vez na vida, não?

Passado aquele momento dei uma breve olhada ao redor antes de pegar o anel da caixa, e como imaginado várias pessoas olhavam para nós. Muitas traziam sorrisos no rosto, outras já estavam tão habituadas com cenas como aquelas enfrente a famosa torre que nem se importavam tanto, mas mesmo assim houve palmas - e como havia pedido, um fotógrafo e sua câmera profissional apontada para nós em meio aos demais rostos. Sabia que minha mulher iria querer um registro daquele momento mágico, e providenciei para que tudo fosse conforme sua vontade. Com delicadeza, coloco o anel de noivado em minha noiva, depositando um leve beijo sobre ele sem deixar de sorrir para July ao final. Ela começa a falar coisas em francês que eu supus serem coisas sobre o amor, e apesar da confusão momentânea continuo com meu sorriso bobo para ela - É, eu também meu amor. - Apenas esperava que aquela confirmação não fosse inadequada, e a abraço mais forte do que nunca a abracei, num momento de paz que eu nunca havia sentido.

Ela era tudo pra mim, em todos os sentidos. De certa forma, fez com que eu saísse um pouco da minha nuvem de escuridão e culpa pela morte de Jenn, nenhum elogio do mundo era o bastante para dizer o quão especial a ruiva era. Eu a amei, amava, e com certeza a amaria por mais cem anos se a vida permitisse. Mesmo não querendo sair, afasto-me um pouco para conseguir olhar em seus olhos, e o brilho que eles transmitiam  - Mal posso esperar pra ter você comigo todos os dias. - E ela nem precisava dizer nada pra eu saber que era o desejo dela também. Acaricio seu rosto com uma das mãos, notando que nenhuma fotografia no mundo conseguiria conter e transmitir toda a felicidade que emanava de nós dois. Lhe dou mais um beijo, desta vez um pouco mais demorado, e ao chegar ao fim sabia que já era hora de ir embora - Bem... Que tal irmos contar para sua família agora, hein? Tenho quase certeza que Kamille já descobriu as minhas intenções mesmo. - É, a loira ainda não sabia, mas seu faro para informações era implacável, e logo ela encaixaria todas as peças do quebra-cabeças antes mesmo até de contarmos a novidade. Assim, acabamos de arrumar as coisas juntos, e como eu tinha imaginado a ruiva pede mais uma foto de casal (pra variar, né nom?) O fotógrafo entraria em contato comigo no próximo dia, então sem mais compromissos com aquele lugar, saímos de mãos dadas até o carro, onde rumamos alegres para a mansão Constantine.

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